Camponesa de Domrémy, aos dezessete anos convenceu capitães e um rei a segui-la. Não sabia ler nem escrever e assinava com uma cruz.
Capturada e entregue a um tribunal eclesiástico manipulado, foi queimada em Rouen aos dezenove anos. Vinte e cinco anos depois, um novo processo anulou a condenação; foi canonizada em 1920.