Raptada no Sudão aos sete anos, foi vendida cinco vezes e perdeu até o próprio nome — Bakhita, a sortuda, foi o apelido que os sequestradores lhe deram por escárnio.
Levada à Itália, conheceu a fé, obteve a liberdade nos tribunais e entrou para as Filhas da Caridade, em Schio, onde viveu cinquenta anos como irmã porteira. Foi canonizada em 2000.